porAgência VitalCom

Empreendedores seguem crescendo com criatividade

Em meio à pandemia do Coronavírus, empresas seguem com boa demanda e contam com assistentes virtuais para auxiliar no aumento de trabalho

O que tem sido fator muito preocupante para o mundo dos negócios com o surto do Coronavírus no Brasil é a economia. Os empresários e empreendedores, em muitos casos, não sabem como será o futuro depois que a pandemia acabar. 

Muitas empresas estão cancelando contratos e demitindo funcionários porque seguem sem perspectivas de lucros. Contudo, há uma parcela de negócios que ganharam ainda mais clientes e destaque neste período por atenderem os chamados serviços essenciais. E neste meio existem aqueles empreendedores que vencem a crise com criatividade e mais flexibilidade. 

A Just Virtual Real, startup que conecta assistentes virtuais com empreendedores, visando facilitar diversas tarefas que tomam tempo e precisam de conhecimento específico, atua com diversas empresas em vários segmentos de negócios e possui clientes que, inclusive, aumentaram suas ofertas de serviço por necessidade dos consumidores. “Uma de nossas assistentes atende um médico que adequou suas consultas por videoconferência, e ela auxilia pacientes que têm dificuldade em se conectar. Além disso, teve reunião de prospecção com novos clientes nesta última semana”, com a CEO da startup, Camile Just.

Além da readaptação para conseguir atender uma necessidade constante, existem outras empresas que usaram ferramentas já existentes e a criatividade para manter o fluxo de trabalho. “ Um de nossos clientes aumentou a demanda da assistente contratada por ele para atualizações no blog. Ele buscou o caminho de informar e educar seus parceiros de negócios. Já outro, criou algumas ações online voltadas para crianças e o trabalho da assistente é auxiliar com os e-mails e no gerenciamento dessa comunicação”, revela a sócia da Justa Virtual, Michelle Diniz. 

Os serviços mais essenciais como alimentação, seguem na ponta da economia e podem ser determinantes para uma luz no fim do túnel. “Nossos clientes da área alimentícia tiveram aumento de 40% por conta do delivery e decidiram investir no atendimento ao cliente. Mas, além disso, como forma de otimizar seus custos atuais, as empresas também contam com a gente para os trabalhos financeiros como relatório do fluxo de caixa dos próximos meses, entradas e saídas, pensando na saúde financeira. Temos clientes que investem nessa nossa expertise para evitar mais dores de cabeça no futuro”, diz Michelle. 

Para Camile Just esse é o momento dos empresários e profissionais liberais olharem para os pontos cegos dos seus negócios, principalmente nessas áreas: digitalização dos seus negócios, fluxo de caixa, relacionamento com o cliente, seus produtos e serviços. E, claro, podem contar com serviços remotos especializados para apoiá-los nesse momento. 

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porAgência VitalCom

O momento é ideal para aprender a trabalhar home office

Por conta da pandemia do Coronavírus, muitas pessoas terão que trabalhar em casa. Contudo, até mesmo para quem já faz isso cotidianamente, manter o foco é difícil e requer muita responsabilidade

Infelizmente, por causa de um grave problema com a nova doença que assola o mundo, as pessoas precisam permanecer em casa, por questão de segurança na saúde e para o bem de todos. Com isso, milhões de profissionais por todo o planeta seguirão com sua rotina de trabalho, porém, em casa. 

Trabalhar home office não é fácil como muitos pensam, e nem sempre é um mar de rosas. A disciplina é a principal ferramenta dos trabalhadores e empreendedores home based. Acordar cedo, se arrumar para trabalhar, ter horário para cumprir com as obrigações profissionais e horário de almoço, são elementos fundamentais para esta modalidade de negócios. 

Uma pesquisa do site de busca de empregos americanos FlexJobs mostrou que cerca de 3% dos profissionais norte-americanos trabalham, na maior parte das vezes, de forma remota. Este número aumenta para 43% se contabilizar aqueles que fazem este processo uma ou das vezes por semana. Já o site de empregos Indeed, apontou que 16% dos trabalhadores remotos nos Estados Unidos são profissionais assalariados, adicionados à economia entre 2010 e 2017. O mesmo estudo indica ainda que o termo mais buscado em 2017 foi “trabalho remoto / em casa”. 

Os Estados Unidos servem como referência, não somente por sua economia, mas também pelas diversas formas de trabalho que surgem como alternativa para lucro, flexibilidade de horários e melhor qualidade de vida. E foi inspirado nesse modelo que a Assistência Remota chegou ao Brasil, em 2015, pelas mãos de Camile Just, CEO da Just Virtual Real, startup que forma e conecta assistentes virtuais com empreendedores visando facilitar diversas tarefas que tomam tempo e precisam de conhecimento específico.

Camile, à época gerente de uma loja de shopping, buscava uma nova forma de trabalho que permitisse mais liberdade com o tempo e que gerasse uma renda positiva. Em sua pesquisa encontrou esta profissão e fez dela seu viés empreendedor. Ela criou sua empresa de prestação de serviços remotos e, quatro anos depois, abriu seu negócio para ensinar, por meio de um curso online, mulheres que buscavam trabalho, mas que ainda precisavam de mais conhecimento e experiência.

“Diversos fatores podem levar uma mulher a não trabalhar, como gravidez, idade e até mesmo relações abusivas. Com isso, abrir a oportunidade para elas  empreenderem, trabalhando de casa, facilita muita coisa e gera renda para um grupo que, muitas vezes, não tem muitas alternativas”, comenta Camile. 

Hoje, 100% das assistentes remotas que se formaram com a CEO e que estão conectadas com sua empresa na busca de novos clientes, trabalham a partir de casa. E, em tempo de crise com o coronavírus, esta possibilidade ganha ainda mais força. “Todos nós nos preocupamos com esta pandemia, mas também temos nossas contas para pagar. A vida segue e temos que fazer algo. A impossibilidade de as pessoas saírem de casa faz muitas delas se preocuparem com seu futuro profissional. A empresas seguem com suas obrigações e ter alguém que cumpra com as funções necessárias com a qualificação adequada ajuda muito a fazer com que muitas empresas não tenham prejuízo”, afirma a empresária. 

O know-how da Camile na gestão de pessoas e com o trabalho home office fez com que ela desenvolvesse uma cartilha para quem quer, ou vai obrigatoriamente, trabalhar em casa. “É preciso ter muita disciplina e saber gerenciar diversos outros detalhes para que sejamos produtivos. Nestes anos, fui aprendendo e observando muita coisa que faz grande diferença no dia a dia do trabalhador caseiro”, observa.

Camile Just indica que é importante que o profissional tenha um espaço reservado, que mantenha o diálogo com as pessoas ao redor, além de estar atento a outras distrações menores, mas que atrapalham na manutenção do foco. “As pessoas precisam encontrar um cantinho para montar seu escritório, com pouca circulação das pessoas da casa e sem distrações como televisão.  Mas, se precisar utilizar um espaço compartilhado com a rotina familiar, é primordial ter uma caixa ou pasta para armazenar o material de trabalho. Conversar e fazer combinados com as pessoas da família, principalmente as crianças, é essencial. As interações pessoais, quando estamos em casa, são tentadoras, por isso o celular pessoal deve estar com as notificações desativadas e no silencioso”.

Outra questão que a empreendedora citou é sobre reuniões online, muito utilizadas por quem trabalha em casa. “Antes de entrar em reunião, confira se o áudio e microfone estão funcionando e se houver ruídos no local, use fone de ouvido. O microfone deve estar sempre fechado e somente abrir quando for falar.  Avise as pessoas da casa que estará em reunião para que não seja interrompido. Uma sugestão, para caso tenha crianças, é criar uma plaquinha com símbolos que mostre que, naquele momento, você não pode interagir. E, principalmente, tenha clareza dos combinados com os superiores e com os colegas de trabalho”, recomenda Camile.  


Já para a empresas e para os líderes, a CEO da Just Virtual Real, sugere o uso de aplicativos voltados para produtividade e acompanhamento. “É preciso que as empresas utilizem ferramentas adequadas para a comunicação de trabalho com a equipe, e o WhatsApp não é uma delas, porque nele as informações se perdem e os assuntos se misturam. O app Slack é uma ótima opção. Dividir as equipes conforme o que cada um pode entregar. O controle excessivo e a desconfiança sobre a execução do trabalho são pontos negativos. O importante é focar no que cada equipe entrega. Lembre-se que, para muitos, trabalhar em casa é uma novidade. Faça check-ins com as equipes que podem ser feitos por videoconferência, que não devem passar de meia hora, ou até mesmo por meio de uma planilha. Criar um momento de descontração, para falar do dia a dia, trocar memes, entre outros, deixará o momento mais leve. Afinal, a rotina será diferente, talvez com as crianças em casa ou tendo cuidados especiais com pessoas dos grupos de risco. Por fim, pense nesse momento como uma oportunidade de ouro para desenvolver a objetividade e a produtividade da sua equipe”, finaliza Camile.

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porAgência VitalCom

Tecnologia de polo paralelo para aplicações com peças finas

A mesa magnética SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos, com extensões de polos móveis e fixos, oferece uma alternativa para esse tipo de aplicação

Quando peças ferromagnéticas estreitas, pequenas, finas ou volumosas são fixadas em aplicações de fresamento em mesa magnética, às vezes, os polos quadrados atingem seus limites, pois nem todos os polos estão cobertos e o campo magnético não fica equilibrado.

Com efeito imediato, a mesa magnética SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos, com extensões de polos móveis e fixos, oferece uma alternativa para esse tipo de aplicação.

A concentração do campo magnético por toda a largura do polo garante alta força de fixação lateral, livre de deformação, baixa vibração da peça e setup rápido para peças finas. Devido ao posicionamento elevado da peça sobre os polos, há a possibilidade de usinagem dos 5 lados: a peça é facilmente colocada no topo dos polos enquanto a mesa eletro-permanente é ativada com um curto pulso elétrico.

Por causa dos polos extensores móveis, não é necessário perder tempo com o ajuste fino ou qualquer outra preparação. Pelo contrário, as extensões de polos se adaptam à peça e assim, não causam danos pontuais e deformações.

Os benefícios para o operador incluem a máxima precisão em fixação e peças uniformes. A superfície de fixação minimiza vibrações, previne danos no eixo da máquina e nas arestas de corte da ferramenta e futuramente, reduz custo com peças e manutenção de máquinas.

A energia elétrica é necessária somente para ativar e desativar os polos e não precisando ser constante para manter o sistema magnetizado. O display de status patenteado informa automaticamente o status da ativação da mesa magnética sem precisar de abastecimento de energia. Assim, por exemplo, a condição de fixação da peça pode ser controlada a qualquer momento.

A SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos está disponível em vários tamanhos padrões de 315mm x 300mm até 1.000 mm x 500mm, com 6 a 22 polos e passo do polo com 30mm. A Força de fixação chega a 160N/mm². Além disso, também estão disponíveis aplicações especiais com a mesa magnética. A MAGNOS MFPS é ideal para aplicações de fresamento e usinagem. O formato, de bloco único, garante alta estabilidade e rigidez, enquanto, adicionalmente, minimiza vibrações e aumenta consideravelmente a qualidade da superfície da peça.

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Cliente da Agência VitalCom foi destaque no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo

No dia 15/03, nosso cliente Just Virtual Real, startup de assistência remota, foi destaque no quadro PEGN.Tec, do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo.

A plataforma oferece serviço de assistente virtual para pessoas e empresas e o serviço deixa toda a estrutura de um escritório a disposição do cliente

Clique no player abaixo e assista a matéria!

porAgência VitalCom

A grande confusão entre pauta e sugestão de pauta

Eu atuo com jornalismo e comunicação há 18 anos. Lá em 2001, quando entrei na faculdade de jornalismo, algo que aprendi de imediato foi sobre o significado de pauta, em tese, um roteiro de como o repórter vai conduzir a construção da matéria. Na verdade, ela funciona como uma bússola, para direcionar o caminho a ser seguido.

O que me espanta no dias de hoje é que profissionais de comunicação que atuam com assessoria de imprensa confundam pauta com sugestão de pauta. Generalizo porque assessores de imprensa, atualmente, são jornalistas, relações públicas e publicitários, apesar de eu não concordar e acreditar que assessores de imprensa têm que ser jornalistas. E explico o porquê! Alguns pequenos detalhes do cotidiano profissional apenas os jornalistas podem saber, afinal, apenas nós jornalistas estamos dentro das redações vivenciando o dia a dia, que também é fator importante para a sugestão de uma pauta. Em suma, ser jornalista não é fácil e por isso você precisa estudar e conhecer a área.

Mas, enfim, o que venho aqui dizer é a prova disso. Como mencionei a pauta é uma direção para o jornalista da redação ter como guia na produção de sua matéria. E qual o papel do assessor de imprensa nisso tudo? Sugerir pautas. Isso mesmo! Assessores sugerem o que pode ser interessante para a imprensa. No entanto, isso se perde porque esta mistura descabida de profissionais cumprindo a função de assessor faz com que os “profissionais” sugiram suas pautas, seja ela qual for, para qualquer veículo. Mas não é assim que funciona.

Assessoria de imprensa é estratégica: eu tenho uma informação interessante do meu cliente e vou traçar a abordagem ideal para cada veículo que a sugestão for enviada. Os veículos têm linhas editoriais distintas e, mesmo que um tema interesse aos dois, vai ser de forma distinta.

E, ao meu ver, tudo começa nos pequenos detalhes. Bons profissionais se fazem sabendo, minimamente, o básico da profissão e, para nós jornalistas, saber a diferença entre pauta e sugestão de pauta é indispensável. Quem faz a pauta é ao jornalista de redação e quem sugere uma pauta é o jornalista da assessoria de imprensa.

Comentei isso por que recentemente publiquei em um grupo de troca de informações entre assessores de imprensa e redação, onde postei que buscava colegas com pautas sobre um tema determinado. É bem claro para mim, ainda mais levando em conta tudo mencionado acima, que pelo simples fato de procurar “colegas com pautas”, logo procuro jornalistas de redação que irão fazer matéria sobre o tema solicitado. Mas, mesmo assim, diversos assessores vieram fazer contato comigo achando que eu estava produzindo uma matéria.

Conversei com outros colegas de profissão para entender se eu não estava sendo muito crítico, mas entendi que não. Temos urgência e esta urgência nos conduz, de forma mais rápida, aos erros e equívocos, com isso, qualquer pequeno detalhe que passe despercebido poder ser crucial entre o certo e o errado, entre uma notícia verdadeira e a tal da “fakenews”. E se isso for ser muito crítico, que eu continue assim e que todos colegas de profissão o sejam também, desta forma seremos cada vez mais profissionais e cada vez mais assertivos.

Por Rafael Gmeiner


porAgência VitalCom

O papel fundamental do Assessor de Imprensa

Eu, enquanto jornalista, que atua dos dois lados do balcão (redação e assessoria de imprensa), passo constantemente por crises existênciais profissionais. E este é o maior preço que se paga quando se é correto e trabalha de forma séria.

Quando atuando na redação e precisando do auxílio dos meus colegas assessores de imprensa, vejo coisas que eu digo: “isso eu não faria”, ou “poxa, cade o trabalho do assessor de imprensa de verdade”.

Quando falamos em assessor de imprensa, falamos de um especialista que vai achar e indicar os melhores espaços e locais onde nossos clientes têsm espaço de mídia. Parte de nós mostrar para o cliente o lado positivo de adr entrevista em uma matéria que, às vezes, pode parecer (vejam bem, apenas parecer) ser negativa. Isso é comum! Nestes casos, o assessor de imprensa atual já responde pelo seu cliente que não vai participar de uma pauta, sem nem sequer passar a demanda para ele, mostrando pontos positivos, nos quais ele pode ser beneficiado.

Falta proatividade!

Meu papel enquanto assessor de imprensa é pegar uma demanada e, ainda mais, se perceber que o caminho que o jornalista da redação segue é errado, orienta-lo sobre o caminho correto do assunto. Somos jornalista, ams não conecemos sobre tudo. E muitas coisas das quais achamos que connhecemos, pode não ser a forma correta de abordar.

Somos especialistas em saber como e com quem falar para que nossos clientes estejam na imprensa. Somos nós os especialistas por mostrar aos nossos clientes o valor que tem cada aparição, nos veículos que elas estiverem.

Mas, a realidade é outra. O assessor não busca a inserção de seu cliente de forma positiva nas matérias. Ele recusa-se a entrar em uma pauta, para falar sobre um tema no qual o seu cliente é especialista e que pode dar mais visibilidade para ele.

A assessoria de imprensa mudou muito e para pior por qualidade profissional. Infelizmente! Quando iniciei há 19 anos no segmento, a atuação era bem diferente. Buscavamos alternativas viáveis (e não imbutir qualquer coisa na mão da redação), pensavamos estrategicamente em sugestões de pautas e como inserir nosso cliente em uma pauta em andamento (o que é a base da Assessoria de Imprensa). Hoje isso não é assim.

Por Rafael Gmeiner


porAgência VitalCom

Entrevista com a Dra. Bárbara Franco, na Rádio Record AM

Entrevista com a Dra. Bárbara Franco, na Rádio Record AM

A Dra. Bárbara Franco, sócia do escritório Perez & Barros – Sociedade de Advogados, do Rio de Janeiro (RJ), concedeu entrevista no dia 16/03 para a Rádio Record AM, e falou sobre os 30 anos do CDC (Código de Defesa do Consumidor), considerando o que melhorou, os desafios futuros, destacou os direitos que merecem mais atenção e ainda comentou sobre o desafio do bom atendimento no Brasil.

Clique no player abaixo, escute o boletim e a entrevista na íntegra!


porAgência VitalCom

FEIMEC 2020: KUKA Roboter apresenta robô “sorveteiro” e outros dois lançamentos

A Roboteria, a primeira célula robotizada que serve sorvetes, estará disponível para os visitantes da multinacional durante a feira

Entre os dias 5 e 9 de maio acontecerá a FEIMEC 2020 -Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos -, no São Paulo Expo (SP), e contará com a participação da KUKA Roboter do Brasil, subsidiária da empresa de origem alemã e uma das líderes na fabricação de robôs industriais, KUKA Industries GmbH, que apresentará três grandes lançamentos durante o evento.

Um destaque da KUKA na feira é a Roboteria, uma startup de Joinville que serve sorvetes com uma célula robotizada. A partir de um tablet, o cliente faz seu pedido personalizado, efetua o pagamento e recebe o produto, que são sundaes e milk-shakes em sabores variados, em copos e canudos biodegradáveis.

O robô utilizado é o KUKA KR3 AGILUS, um equipamento de seis eixos compacto e muito versátil. Que oferece máxima precisão e velocidade em pequenos espaços. Esta família de robôs conta com capacidade de carregamento entre 3 e 10 Kg de carga, e raio de alcance entre 504 e 1.101 mm.

A KUKA Roboter do Brasil também apresentará a nova geração KR Quantec, que faz parte da série mais vendida mundialmente da empresa. Os diferenciais do produto são o payload, com alta capacidade de carga expandida até 300Kg; raio de alcance entre 2.700 e 3.100 mm; e sua configuração que pode ser programada para uso em quase todos os segmentos do mercado industrial.

Outro fator positivo, e muito importante, do novo KR Quantec é o aumento do tempo recomendado de manutenções, o já conhecido MTBF (Mean Time Between Failures ou tempo médio entre falhas). “É o tempo que o fabricante recomenda para fazer as manutenções preventivas. Quanto maior o MTBF, mais durável e econômico é o TCO (Total Cost of Ownership ou custo total da propriedade), que é o custo da empresa para a operação do robô, gerando redução MTTR (Mean Time To Repair ou tempo médio de reparo). Portanto, as empresas terão, com este robô, menor custo de operação ao longo da vida útil do equipamento”, explica o diretor administrativo da KUKA Roboter do Brasil, Edouard Mekhalian.   

A terceira novidade da KUKA na feira é o KR Iontec, um equipamento de médio payload, de 30 a 70Kg, com máxima flexibilidade de configuração da capacidade de carga, com melhor alcance da categoria e menor base de instalação base menor, que possibilita maior concentração de robôs no mesmo espaço. “Nesta nova família do KR Iontec é possível mudar a capacidade de carga do robô sem que seja necessário a aquisição de um novo equipamento, mudando apenas sua configuração. Ela tem uma versatilidade diferente. É a primeira vez que alguém fábrica um produto assim”, complementa Edouard.

Serviço
FEIMEC 2020
-Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos
Data: 5 a 9 de maio de 2020
Horários: terça à sexta-feira – das 10h às 19h
                  Sábado – das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rod. dos Imigrantes – KM 1,5
Estande KUKA:

Contato para a imprensa:        
Rafael Gmeiner
Assessor de imprensa da KUKA Roboter do Brasil
rafael@vitalcomunicacao.inf.br
(11) 9.4398-1910
Skype: rafael.gmeiner
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porAgência VitalCom

Filho sem Fila é destaque na Record Paraná

O CEO do Filho Sem Fila e diretor do Comitê de Edetchs da Abstartups (Associação Brasileira de Startups), Leo Gmeiner, foi destaque em matéria da editoria Inova Mais, da RIC Mais, afiliada da Rede Record no Paraná, em matéria falando sobre o uso de tecnologias no ensino.

Filho sem Fila é destaque na Record Paraná


porAgência VitalCom

Felipe Folgosi lança a campanha de sua nova HQ, no Catarse

“Knock Me Out” é a quinta Graphic Novel criada pelo autor

No dia 17 de março, terça-feira, o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “Knock Me Out”, no site de financiamento coletivo Catarse. “Knock Me Out” é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em “Aurora”, lançado em 2015, seguida de “Comunhão” em 2017, “Um Outro Dia” em 2018 e por “Chaos” em 2019.

Sobre a nova HQ, Felipe comenta “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver.

Felipe Folgosi lança a campanha de sua nova HQ, no Catarse

Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando. Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor. Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida“.

Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura romance e questões filosóficas. “Tendo morado dois anos, estudando em Los Angeles, experimentei na pele como é se sentir estrangeiro. Procuro abordar na história esse fenômeno cada vez mais frequente de jovens que deixam o país, muitas vezes em busca de uma identidade. Porém se desvinculando de sua família, cultura e referências geográficas que compõem nossa memória afetiva, intensificando a sensação de não pertencimento comum nos dias de hoje”, relata.

Felipe diz que “Em tempos de rede sociais, nunca se esteve tão só, a ponto de o Reino Unido ter criado um Ministério da Solidão para enfrentar o problema. Esta é uma questão presente na HQ, mostrada por meio de Tom, mas também de Lorena, uma escritora afrodescendente, que encontrou na escrita um caminho para autorrealização e pessoal e financeira, mas que encontra dificuldade em sua vida amorosa, revelando que independentemente de raça, gênero e condição social, qualquer um pode se deparar com esse quadro que, segundo pesquisas faz tão mal quanto obesidade ou tabagismo. ”

Voz própria

Outro tema abordado por Felipe é a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. Felipe acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina. “Durante toda infância pratiquei lutas e, ao mesmo tempo, era aficionado por cinema e quadrinhos”, conta o autor. “Grandes artistas conseguiram canalizar a violência de forma criativa e provaram que existe uma beleza estética nas artes marciais.

Procurei explorar essa tensão dialética em “Knock Me Out”, por meio das duas principais atividades de Tom, a arte marcial e a plástica, com as quais o personagem busca equilibrar ambas pulsões- criatividade e violência-, ao longo da história, e se integrar. ”

Para Felipe, as semelhanças entre as artes não terminam no nome. Ambas são veículos de expressão estética, têm um processo de aprendizado parecido entre mestre e aprendiz, exigem coordenação motora e raciocínio espacial.

O autor conclui: “não é por acaso que ao longo da história, a prática dessas artes não era só comum, mas obrigatória tanto para monges como para samurais. ”

Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Inicialmente desenvolveu o roteiro de “Knock Me Out” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico.

A missão de ilustrar foi dada ao desenhista Henrique Pereira, arte-finalista Téo Pinheiro e ao colorista Vinicius Townsend. Felipe, enfatiza “Encontrei nesse time os parceiros que buscava há algum tempo, com a sensibilidade e talento que a obra pede. Estou muito satisfeito com o resultado e acredito que o público também ficará”.

Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.

Felipe Folgosi

Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.

Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor”, trilogia “Os Mutantes” e “A Terra Prometida” na Rede Record.

Como apresentador, esteve no programa “Tá Ligado” da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, da série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX, da novela “Chiquititas” do SBT, do programa da GNT “Que Maravilha- Aula de Cozinha”, do seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel e atualmente está fazendo uma participação na novela “Aventuras de Poliana” no SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira.

Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Em 2019, participou do longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros e em breve estará na cinebiografia de Celly Campelo “Um Broto Legal”, de Luiz Alberto Pereira.

Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”.

Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”. Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá.

Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançou a Graphic Novel “Um Outro Dia” em 2018. Em 2019 continuação do Aurora chamada “CHAOS” e atualmente está produzindo “Knock Me Out” com lançamento previsto para novembro de 2020.

Henrique Pereira

Além de produzir materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação, character design para games, e ministrou aulas de desenho (estilo mangá) na cidade de Recife, Pernambuco.

Ainda nos anos 90, produziu a 1ª edição da revista “Aprenda a Desenhar – Estilo Mangá”, em parceria com o artista Watson Portela. Atualmente, dedica-se a ilustrar para editores internacionais como artista freelancer e à frente do “Inkstand Studio” do qual é fundador.

Vinicius Townsend

Natural do Rio de Janeiro, graduado em Belas Artes pela UFRRJ. Trabalha como colorista a 8 anos, participando de publicações em editoras como IDW, Dynamite, entre outras. Atualmente dedica-se como freelancer em publicações no mercado independente nacional e internacional.

Lançamento da campanha da graphic novel “Knock Me Out”, de Felipe Folgosi no Catarse
Data:
17 de março, terça-feira
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Desenho: Henrique Pereira. Arte-Final: Téo Pinheiro
Cores: Vinicius Townsend
Preço: R$59,90
Quantidade de páginas: 136 de arte, 144 totais.
Site: www.catarse.me/kmo