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A pejotização na retomada pós-pandemia e suas ilegalidades

Com as incertezas do mercado em tempos de pandemia, muitos empresários e gestores precisaram demitir seus funcionários, mas a retomada prevê mais contratações neste modelo, que é ilegal em muitos casos

A economia brasileira tem enfrentado grandes dificuldades por conta da pandemia. Com ela vieram as demissões em massa que, mesmo com as ações promovidas pelo Governo para auxílio às empresas, não foram evitadas.

Mesmo assim ainda há esperanças positivas com a retomada do cotidiano quando tudo isso passar. E, de certo, muitas destas empresas vão contratar novamente, de forma gradativa, mas ainda com a certa insegurança.

Para evitar mais gastos, muitos gestores podem recorrer a uma forma de contratação muito perigosa do ponto de vista trabalhista, e até ilegal, que pode gerar um grande passivo trabalhista e, com certeza, prejuízos futuros.

“Após a reforma trabalhista surgiu a figura denominada “autônomo exclusivo”, definida no art. 442-B da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Muitos especialistas defendem que tal figura se trata de clara fraude em relação ao vínculo empregatício, outros, contudo, defendem que a figura trouxe, na verdade, uma segurança jurídica para a contratação de autônomos retirando o risco de serem reconhecidos como empregados efetivos da empresa, ou seja, traz a empresa a segurança de contratar um autônomo, afastando-se a qualidade de empregado constante do art. 3º da CLT”, comenta a advogada especialista em direito Trabalhista, Dra. Carolina Pimentel.

Porém, a própria legislação evidencia sobre a relação entre empresa e funcionário. “É importante ressaltar que o art. 3º da CLT traz os requisitos para que o trabalhador seja reconhecido como empregado efetivo da empresa, que são o salário (remuneração com continuidade), a subordinação (obedecer a ordens realizadas diretamente por um empregado da empresa com justificativa de faltas) e a habitualidade (prestação de serviços com certa frequência). Além destas, ainda temos a exclusividade, que não é prevista no art. 3º, contudo, é muito relevante em relação às evidências aceitas pela justiça do trabalho”, complementa a especialista.

Por esta razão, em especial, os responsáveis pelas empresas devem ficar atentos quanto a forma de contratação de seus funcionários. “Vale lembras para os empresários a subordinação é o ponto fundamental para que colaborador seja reconhecido como o funcionário efetivamente”, alerta o especialista em terceirização e CEO Cezar & Pimentel, Caio Pelon.

Com isso a Carolina orienta que em casos de contratação equivocada, a justiça pode reverter para o funcionário, se for o caso. “Se o colaborador contratado como PJ resolver entrar com um processo e se houver reconhecimento que este contrato está relacionado a subordinação, a leis constantes na CLT são válidas e favorecem o contratado”.

Caio mostra que terceirizar diversos processos da empresa pode ajudar o empresário a buscar a redução de custo desejada, com contratações legais e que trarão benefícios de qualidade para a empresa. “A melhor forma de se evitar problemas é a terceirização dos serviços, que nada mais é do que a contratação de uma pessoa jurídica no lugar de uma pessoa física, onde a contratada se torna responsável pela execução das etapas contratadas pela empresa. Isso é muito diferente da demissão de funcionários e recontratação como PJ, uma prática ilegal”, finaliza.

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Startup mapeia e acaba com o circuito de contaminação da Covid-19

AVISACorona é um aplicativo que mostra, por meio de geolocalização, onde há pessoas contaminadas, ou com grande possibilidade de contaminação pela Covid-19, auxiliando em isolamentos específicos;

Com isso, é possível que os orgãos municipais consigam estruturar ações específicas para que as empresas e as pessoas voltem a trabalhar, evitando colapso na Economia do Brasil

Em meio à pandemia muitas dúvidas e inquietações ainda pairam nossas cabeças. Entro tudo que as pessoas estão preocupadas, dois aspectos são os que mais incomodam os brasileiros: primeiro é o que será da Economia com este isolamento horizontal? E depois como vamos estar seguros com esta ameaça invisível?

Sabemos que o isolamento é importantíssimo para manter que as pessoas não se contaminem e para diminuir o risco de transmissão. Mas, também, temos a certeza de que a Economia precisa seguir caminhando para evitar um colapso financeiro no País. Contudo, a pergunta que fica é como fazer isso?

Por isso a UniverSaúde, startup que desenvolve soluções tecnológicas para a área da Saúde e lançou o aplicativo AVISACorona, uma solução multiplataforma para o monitoramento dos casos de COVID-19 nos municípios brasileiros. “O momento atual da epidemia de Coronavírus no Brasil é grave, dramático e demanda tomada de decisão imediata também por parte da sociedade civil organizada. A UniverSaúde assumiu naturalmente o papel de liderar um movimento de apoio para o enfrentamento do problema associando informação, inteligência gestora e tecnologias digitais”, conta o fundador Dr. Erico Vasconcelos.

E o objetivo do projeto é claro, acabar com a circulação da contaminação localizando e tratando de forma isolada os casos de Covid-19 antes mesmo de irem aos hospitais. “O AVISACorona é a solução que criamos para ajudar os municípios a controlarem a epidemia de Coronavírus e o impacto social, considerando o imperativo da interrupção do circuito de contaminação, por meio de duas ações estratégicas muito importantes neste momento de circulação ativa do vírus, que são localizar geograficamente, e em tempo real, as pessoas que estão contaminadas antes que elas precisem ser internadas; e trata-las com antecedência evitando mais ocupação de leitos nos hospitais e o iminente colapso dos sistemas de saúde”, afirma Erico.

Como funciona e quem é o público-alvo?

Visando cumprir com a demanda de corrigir problemas encontrados, como a curva ascendente na epidemia, subnotificação de casos que não oferecem resultados reais, a inquietação do distanciamento social e pressão pela retomada de trabalho e econômica, o foco principal do AVISACorona são Secretárias Municipais de Saúde, Estados e Consórcios Intermunicipais.

Desta forma, as cidades e os estado poderão potencializar o monitoramento com uma ferramenta que agrega o aplicativo para dispositivos móveis, software de telemedicina, sistema de alertas, prevenção e painel de controle integrado para as equipes que atuam na linha de frente. “Precisamos que os orgãos competentes municipais e estaduais estejam alinhados e acompanhando seus casos de forma mais real e efetiva para solucionarmos s problemas que estamos enfrentando, inclusive, o isolamento social, que tem trazido aumento de suicídios por depressão; e a retomada da Economia”, orienta Vasconcelos.

E a forma de captar estas informações é bem simples e conta com a participação de cada cidadão, conforme explica o Dr. Erico. “As pessoas acessam o portal ou baixam o app do AVISACorona, preenchem um questionário, os responsáveis terão acesso a estas informações que irão desenvolver os resultados, dar orientações, reforçar os procedimentos e monitorar os casos”, explica.

Para mais informações acesse o site: https://www.universaude.com.br/avisacorona/

Assista o vídeo e saiba mais!


Erico Vasconcelos é cirurgião-dentista, estomatologista, especialista em Terapia Comunitária, em liderança e desenvolvimento gerencial de organizações de saúde e MBA em gestão de pessoas. Há 16 anos atua como gestor de saúde de diversas organizações privadas, em municípios e no Ministério da Saúde. É Professor em Universidades públicas e privadas de cursos de graduação e pós-graduação em áreas da saúde, gestão e liderança nas modalidades online e presencial. Fundou a UniverSaúde, uma startup que ajuda gestores a fazerem mais com menos dinheiro associando informação e inteligência com tecnologias digitais

UniverSaúde é uma startup que desenvolve soluções tecnológicas para a área da Saúde com foco no tripé gestão-educação-população. Fundada em 2017, conta com gestores e profissionais de saúde que acumularam conhecimentos e experiências na atuação no Sistema Único de Saúde (SUS) e em organizações privadas do País, por mais 20 anos.

A missão é cuidar de quem cuida para transformar o jeito de fazer Saúde no Brasil, com a visão em ser referência nacional no desenvolvimento de gestores e profissionais de Saúde até 2024, inovando na produção de cuidados em serviço associando tecnologias digitais. A UnverSaúde tem como proposta de valores a inovação, protagonismo, experiência e a excelência.

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Contratação de terceirizados traz mais redução de custos para as empresas

Setores como o Varejista e o Hoteleiro ganham, também, em eficiência ao terceirizar mão-de-obra e abrem mais portas conta o desemprego

Independente da pandemia, a opção das empresas pela contratação de colaboradores terceirizados sempre foi umas das melhores alternativas, por diversos motivos, em especial, porque as contratantes ganham eficiência, já que contam com profissionais qualificados e treinados para os caros em questão; reduzem custos com questões administrativas e trabalhistas; além de auxiliarem na redução do desemprego.

É bem evidente que no período por qual o mundo tem passado por conta do Coronavírus, o uso de empresa de terceirização é ainda mais positivo, não somente para as empresas, como também para a economia do Brasil. “Muitas empresas ainda estão trabalhando e precisam contratar funcionários. A contratação por si só é um processo desgastante e burocrático do qual a empresa não precisa dar conta. Com isso, além de liberar funcionários do RH, por exemplo, para outras funções importantes da área, o empresário reduz custos já que avaliamos sempre a melhor forma de efetuar este processo e dentro do regime mais adequado. É muito mais seguro para a empresa e para o trabalhador. Além de gerar mais empregos com mais qualidade de atendimento”, orienta o CEO da Cezar & Pimentel, Caio Pelon.

Como funciona a terceirização?

O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a terceirização de todas as atividades de uma empresa com base na Lei de Terceirização em vigor desde novembro 2017. Porém, ainda criou dúvidas entre empregadores, em relação a chamada “pejotização”.

A terceirização da atividade-fim das empresas, até então vetada pela súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), foi confirmada e hoje os limites da terceirização não tratam mais sobre o tipo de atividade, mas da manutenção, ou não, da relação de emprego.

“É importante entender alguns pontos, como este para que a empresa possa aproveitar da melhor forma todos os benefícios que essa prática traz. E isso quer dizer que a demissão de funcionários para recontratação como PJ, mantendo a subordinação do trabalhador à empresa, continua ilegal e sequer foi objeto de julgamento do Supremo. A confusão é muito grande em relação a terceirização e PJ. E esclareço que não é possível demitir todos os funcionários e contratá-los como PJ em seguida. Isso não é permitido”, explica Caio.

E o CEO ainda finaliza alertando. “ A “pejotização” continua sendo fraude. isso acontece porque, em tese, o regime de contratação indica que uma empresa está prestando serviço para outra, mas trata-se de “maquiagem” para uma relação que, na prática, tem vínculo empregatício”, completa.

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Terceirização operacional auxilia na redução de custos

Em grande número de contratações buscar uma empresa especializada ajuda para que a os gastos com pessoal, em diversas áreas, não sejam tão exorbitantes

A pandemia do Coronavírus trouxe diversas e significativas mudanças para o mundo. Muitas empresas fechadas devido ao isolamento e muitas pessoas que perderam seus empregos. Na contramão disso há os negócios que precisam seguir funcionando, como os supermercados, que são de fundamental importância. 

Devido a demanda aumentada, inclusive de pelas compras on-line, este tipo de estabelecimento tem feito contratações de funcionários em grande escala e isso pode gerar alto custo para o negócio, apesar de necessário. 

Para minimizar isso, as empresas podem contar com a terceirização operacional contratando profissionais de forma mais segura, prática e mais barata. Por meio desta terceirização o empresário consegue obter redução de custos operacionais e de passivos trabalhistas. Além disso, oferece mais qualidade no atendimento já que, em tese, as principais áreas de contratação são relacionadas a atividade-fim.

O CEO da Cezar & Pimentel, consultoria especializada em terceirização de mão de obra, Caio Pelon, esclarece que, em especial nos dias atuais, é importante contratar funcionários de forma segura. “Vale lembrar que a atividade-fim é aquela na qual o cliente se conecta com a sua empresa, portanto, não apenas a redução de custo será mais vantajosa, por avaliarmos bem diversos aspectos, mas também o perfil profissional será escolhido conforme a necessidade do negócio”, esclarece.

Com isso, em meio à tantas preocupações por conta da pandemia do Coronavírus, oferecer o melhor atendimento de forma mais barata não é um bicho de sete cabeças e ainda auxilia na economia do País. “Contratar funcionário sempre é bom. Isso significa que o negócio, de modo geral, está crescendo. Mas é preciso observar bem cada contratação efetivada. Nos dias de hoje, muitas destas contratações estão sendo feitas por necessidade, mas mesmo assim, é importante que as empresas contem com pessoas que vão se encaixar perfeitamente à posição de atuação”, finaliza o consultor.

Cezar & Pimentel

Consultoria especializada em terceirização de mão de obra, com foco em soluções estratégicas e estruturação da organização que visa a redução de custos totais, aumento de performance e maximização de lucros. 

Desenvolve uma maneira única, com sistema de implantação, que determina de maneira extremamente exata as etapas a serem estabelecidas, potencializando a redução de custos e cobrindo de maneira eficaz todo o operacional, dando respaldo desde o setor jurídico até o financeiro.

O principal diferencial é contar com uma equipe multidisciplinar de especialistas que, além da experiência no segmento, já atuaram com altos cargos em suas respectivas áreas.

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Nova economia é opção de investimento para mulheres

Além de entrar em um mercado diferenciado, o público feminino pode empreender em uma startup criada e gerida por mulheres, o que aumenta o potencial investidor de outros empresas

Quando falamos em negócios, sabemos que o poder e a liderança feminina tem crescido exponencialmente. E muito por conta de oportunidades que elas buscam ou como renda extra ou por liberdade financeira, conforme aponta pesquisa realizada pelo Sebrae, no ano passado, mostrando que dos 54 milhões de empreendedores no Brasil, 24 milhões são do sexo feminino e que 44% delas são empreendedoras por necessidade.

Esta conveniência em se tornar independente faz com que as mulheres busquem alternativas rentáveis para que possam lucrar, bem como ter mais tempo para a família, já que a maioria, mesmo trabalhando fora, ainda é 100% responsável pelas responsabilidades do lar. 

O termo Nova Economia, calcado em 1990, é relativamente novo por ter ganhado mais força no último ano e com ele surgem novas empresas, com novos negócios e, geralmente, voltado para clientes diferentes, ou nichados. E esta é uma boa aposta para quem quer empreender com segurança.

A startup da Nova Economia

Nova economia é opção de investimento para mulheres
Isabel Alvim, assistente remota e virtual, proprietária da Gestão Virtual Isabel Alvim, também é uma das assistentes da Just Virtual Real

No boom de startups surgiram uma infinidade de serviços que auxiliam as empresas a serem mais produtivas e lucrativas. Este é o caso da Just Virtual Real, fundada em 2015 pela especialista em atendimento remoto, Camile Just. Nesta época, ainda como gerente de uma loja em um shopping, a empreendedora buscava ter mais flexibilidade de horário para cuidar de outras obrigações de sua vida, momento no qual se deparou com um serviço muito conhecido e utilizado, principalmente, nos Estados Unidos: a assistência remota. 

Com isso, e após estudos de mercado, Camile fundou a sua empresa, uma plataforma que conecta assistentes remotas com os clientes, e começou a prestar serviços para pequenos e novos empreendedores, apoiando em tarefas mais complicadas como processos administrativos, financeiros, comerciais, de relacionamentos, controle de fluxo de caixa, ligações para clientes, agendamento de reunião, prospecção, pesquisas, entre outros. 

“Quando iniciei com a Just, a alta demanda e o compartilhamento de tarefas com profissionais qualificados, permitiu que pudéssemos oferecer um custo muito mais vantajoso para os empresários. Ao contar com nosso serviço de assistência remota, o negócio ganha com atendimento próximo, rápido e ainda sem preocupações já que o nosso trabalho é resolver qualquer dificuldade que a tarefa possa exigir”, revela a CEO. 

Como primeira apoiadora da comunidade Women In Blockchain Brasil, rede de apoio e cooperação para inclusão da mulher na nova economia, em 2019, Camile abriu sua empresa para que novas assistentes, já que sua demanda crescia consideravelmente. Ela formatou o modelo de negócio, desenvolvendo a descrição da profissão e identificando as dores que seus serviços solucionariam para o cliente, além de ter criado o curso online Como Ser Assistente Virtual, em 2017, para formar e preparar assistentes remotas para o mercado de trabalho. 

Com isso, as assistentes formadas e certificadas pela Just Virtual Real, além de entrarem na vitrine para clientes da empresa, possuem total liberdade para conquistar clientes por conta própria, podendo aumentar suas margens de lucro. 

Mais segurança

Segundo estudo do Kauffman Fellows Research Center, startups geridas pelo sexo feminino, ou com pelo menos uma mulher,  têm 21% mais chances de receber investimentos, se comparados aquelas formada somente por homens. 

Este dado fortalece o posicionamento que uma startup com mulheres em seu quadro societário se torna mais segura, já que tem maior potencial de receber aportes financeiros para crescer. Hoje, a Just Virtual Real é composta por cinco sócias que cuidam de setores diferentes do negócio, potencializando sua força de mercado. 

“Hoje em dia, em especial mulheres que não podem sair de casa para trabalhar por diversas razões e até mesmo pessoas que não conseguem recolocação no mercado de trabalho por falta de qualificação podem se introduzir em uma nova área com um curso rápido online e, por meio de nossa certificação, ficam disponíveis para serem conectadas com clientes. Temos diversas casos de mulheres que mudaram suas vidas por conta deste novo negócio”, finaliza Camile. 

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Empreendedores seguem crescendo com criatividade

Em meio à pandemia do Coronavírus, empresas seguem com boa demanda e contam com assistentes virtuais para auxiliar no aumento de trabalho

O que tem sido fator muito preocupante para o mundo dos negócios com o surto do Coronavírus no Brasil é a economia. Os empresários e empreendedores, em muitos casos, não sabem como será o futuro depois que a pandemia acabar. 

Muitas empresas estão cancelando contratos e demitindo funcionários porque seguem sem perspectivas de lucros. Contudo, há uma parcela de negócios que ganharam ainda mais clientes e destaque neste período por atenderem os chamados serviços essenciais. E neste meio existem aqueles empreendedores que vencem a crise com criatividade e mais flexibilidade. 

A Just Virtual Real, startup que conecta assistentes virtuais com empreendedores, visando facilitar diversas tarefas que tomam tempo e precisam de conhecimento específico, atua com diversas empresas em vários segmentos de negócios e possui clientes que, inclusive, aumentaram suas ofertas de serviço por necessidade dos consumidores. “Uma de nossas assistentes atende um médico que adequou suas consultas por videoconferência, e ela auxilia pacientes que têm dificuldade em se conectar. Além disso, teve reunião de prospecção com novos clientes nesta última semana”, com a CEO da startup, Camile Just.

Além da readaptação para conseguir atender uma necessidade constante, existem outras empresas que usaram ferramentas já existentes e a criatividade para manter o fluxo de trabalho. “ Um de nossos clientes aumentou a demanda da assistente contratada por ele para atualizações no blog. Ele buscou o caminho de informar e educar seus parceiros de negócios. Já outro, criou algumas ações online voltadas para crianças e o trabalho da assistente é auxiliar com os e-mails e no gerenciamento dessa comunicação”, revela a sócia da Justa Virtual, Michelle Diniz. 

Os serviços mais essenciais como alimentação, seguem na ponta da economia e podem ser determinantes para uma luz no fim do túnel. “Nossos clientes da área alimentícia tiveram aumento de 40% por conta do delivery e decidiram investir no atendimento ao cliente. Mas, além disso, como forma de otimizar seus custos atuais, as empresas também contam com a gente para os trabalhos financeiros como relatório do fluxo de caixa dos próximos meses, entradas e saídas, pensando na saúde financeira. Temos clientes que investem nessa nossa expertise para evitar mais dores de cabeça no futuro”, diz Michelle. 

Para Camile Just esse é o momento dos empresários e profissionais liberais olharem para os pontos cegos dos seus negócios, principalmente nessas áreas: digitalização dos seus negócios, fluxo de caixa, relacionamento com o cliente, seus produtos e serviços. E, claro, podem contar com serviços remotos especializados para apoiá-los nesse momento. 

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O momento é ideal para aprender a trabalhar home office

Por conta da pandemia do Coronavírus, muitas pessoas terão que trabalhar em casa. Contudo, até mesmo para quem já faz isso cotidianamente, manter o foco é difícil e requer muita responsabilidade

Infelizmente, por causa de um grave problema com a nova doença que assola o mundo, as pessoas precisam permanecer em casa, por questão de segurança na saúde e para o bem de todos. Com isso, milhões de profissionais por todo o planeta seguirão com sua rotina de trabalho, porém, em casa. 

Trabalhar home office não é fácil como muitos pensam, e nem sempre é um mar de rosas. A disciplina é a principal ferramenta dos trabalhadores e empreendedores home based. Acordar cedo, se arrumar para trabalhar, ter horário para cumprir com as obrigações profissionais e horário de almoço, são elementos fundamentais para esta modalidade de negócios. 

Uma pesquisa do site de busca de empregos americanos FlexJobs mostrou que cerca de 3% dos profissionais norte-americanos trabalham, na maior parte das vezes, de forma remota. Este número aumenta para 43% se contabilizar aqueles que fazem este processo uma ou das vezes por semana. Já o site de empregos Indeed, apontou que 16% dos trabalhadores remotos nos Estados Unidos são profissionais assalariados, adicionados à economia entre 2010 e 2017. O mesmo estudo indica ainda que o termo mais buscado em 2017 foi “trabalho remoto / em casa”. 

Os Estados Unidos servem como referência, não somente por sua economia, mas também pelas diversas formas de trabalho que surgem como alternativa para lucro, flexibilidade de horários e melhor qualidade de vida. E foi inspirado nesse modelo que a Assistência Remota chegou ao Brasil, em 2015, pelas mãos de Camile Just, CEO da Just Virtual Real, startup que forma e conecta assistentes virtuais com empreendedores visando facilitar diversas tarefas que tomam tempo e precisam de conhecimento específico.

Camile, à época gerente de uma loja de shopping, buscava uma nova forma de trabalho que permitisse mais liberdade com o tempo e que gerasse uma renda positiva. Em sua pesquisa encontrou esta profissão e fez dela seu viés empreendedor. Ela criou sua empresa de prestação de serviços remotos e, quatro anos depois, abriu seu negócio para ensinar, por meio de um curso online, mulheres que buscavam trabalho, mas que ainda precisavam de mais conhecimento e experiência.

“Diversos fatores podem levar uma mulher a não trabalhar, como gravidez, idade e até mesmo relações abusivas. Com isso, abrir a oportunidade para elas  empreenderem, trabalhando de casa, facilita muita coisa e gera renda para um grupo que, muitas vezes, não tem muitas alternativas”, comenta Camile. 

Hoje, 100% das assistentes remotas que se formaram com a CEO e que estão conectadas com sua empresa na busca de novos clientes, trabalham a partir de casa. E, em tempo de crise com o coronavírus, esta possibilidade ganha ainda mais força. “Todos nós nos preocupamos com esta pandemia, mas também temos nossas contas para pagar. A vida segue e temos que fazer algo. A impossibilidade de as pessoas saírem de casa faz muitas delas se preocuparem com seu futuro profissional. A empresas seguem com suas obrigações e ter alguém que cumpra com as funções necessárias com a qualificação adequada ajuda muito a fazer com que muitas empresas não tenham prejuízo”, afirma a empresária. 

O know-how da Camile na gestão de pessoas e com o trabalho home office fez com que ela desenvolvesse uma cartilha para quem quer, ou vai obrigatoriamente, trabalhar em casa. “É preciso ter muita disciplina e saber gerenciar diversos outros detalhes para que sejamos produtivos. Nestes anos, fui aprendendo e observando muita coisa que faz grande diferença no dia a dia do trabalhador caseiro”, observa.

Camile Just indica que é importante que o profissional tenha um espaço reservado, que mantenha o diálogo com as pessoas ao redor, além de estar atento a outras distrações menores, mas que atrapalham na manutenção do foco. “As pessoas precisam encontrar um cantinho para montar seu escritório, com pouca circulação das pessoas da casa e sem distrações como televisão.  Mas, se precisar utilizar um espaço compartilhado com a rotina familiar, é primordial ter uma caixa ou pasta para armazenar o material de trabalho. Conversar e fazer combinados com as pessoas da família, principalmente as crianças, é essencial. As interações pessoais, quando estamos em casa, são tentadoras, por isso o celular pessoal deve estar com as notificações desativadas e no silencioso”.

Outra questão que a empreendedora citou é sobre reuniões online, muito utilizadas por quem trabalha em casa. “Antes de entrar em reunião, confira se o áudio e microfone estão funcionando e se houver ruídos no local, use fone de ouvido. O microfone deve estar sempre fechado e somente abrir quando for falar.  Avise as pessoas da casa que estará em reunião para que não seja interrompido. Uma sugestão, para caso tenha crianças, é criar uma plaquinha com símbolos que mostre que, naquele momento, você não pode interagir. E, principalmente, tenha clareza dos combinados com os superiores e com os colegas de trabalho”, recomenda Camile.  


Já para a empresas e para os líderes, a CEO da Just Virtual Real, sugere o uso de aplicativos voltados para produtividade e acompanhamento. “É preciso que as empresas utilizem ferramentas adequadas para a comunicação de trabalho com a equipe, e o WhatsApp não é uma delas, porque nele as informações se perdem e os assuntos se misturam. O app Slack é uma ótima opção. Dividir as equipes conforme o que cada um pode entregar. O controle excessivo e a desconfiança sobre a execução do trabalho são pontos negativos. O importante é focar no que cada equipe entrega. Lembre-se que, para muitos, trabalhar em casa é uma novidade. Faça check-ins com as equipes que podem ser feitos por videoconferência, que não devem passar de meia hora, ou até mesmo por meio de uma planilha. Criar um momento de descontração, para falar do dia a dia, trocar memes, entre outros, deixará o momento mais leve. Afinal, a rotina será diferente, talvez com as crianças em casa ou tendo cuidados especiais com pessoas dos grupos de risco. Por fim, pense nesse momento como uma oportunidade de ouro para desenvolver a objetividade e a produtividade da sua equipe”, finaliza Camile.

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Tecnologia de polo paralelo para aplicações com peças finas

A mesa magnética SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos, com extensões de polos móveis e fixos, oferece uma alternativa para esse tipo de aplicação

Quando peças ferromagnéticas estreitas, pequenas, finas ou volumosas são fixadas em aplicações de fresamento em mesa magnética, às vezes, os polos quadrados atingem seus limites, pois nem todos os polos estão cobertos e o campo magnético não fica equilibrado.

Com efeito imediato, a mesa magnética SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos, com extensões de polos móveis e fixos, oferece uma alternativa para esse tipo de aplicação.

A concentração do campo magnético por toda a largura do polo garante alta força de fixação lateral, livre de deformação, baixa vibração da peça e setup rápido para peças finas. Devido ao posicionamento elevado da peça sobre os polos, há a possibilidade de usinagem dos 5 lados: a peça é facilmente colocada no topo dos polos enquanto a mesa eletro-permanente é ativada com um curto pulso elétrico.

Por causa dos polos extensores móveis, não é necessário perder tempo com o ajuste fino ou qualquer outra preparação. Pelo contrário, as extensões de polos se adaptam à peça e assim, não causam danos pontuais e deformações.

Os benefícios para o operador incluem a máxima precisão em fixação e peças uniformes. A superfície de fixação minimiza vibrações, previne danos no eixo da máquina e nas arestas de corte da ferramenta e futuramente, reduz custo com peças e manutenção de máquinas.

A energia elétrica é necessária somente para ativar e desativar os polos e não precisando ser constante para manter o sistema magnetizado. O display de status patenteado informa automaticamente o status da ativação da mesa magnética sem precisar de abastecimento de energia. Assim, por exemplo, a condição de fixação da peça pode ser controlada a qualquer momento.

A SCHUNK MAGNOS MFPS de polos paralelos está disponível em vários tamanhos padrões de 315mm x 300mm até 1.000 mm x 500mm, com 6 a 22 polos e passo do polo com 30mm. A Força de fixação chega a 160N/mm². Além disso, também estão disponíveis aplicações especiais com a mesa magnética. A MAGNOS MFPS é ideal para aplicações de fresamento e usinagem. O formato, de bloco único, garante alta estabilidade e rigidez, enquanto, adicionalmente, minimiza vibrações e aumenta consideravelmente a qualidade da superfície da peça.

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Cliente da Agência VitalCom foi destaque no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo

No dia 15/03, nosso cliente Just Virtual Real, startup de assistência remota, foi destaque no quadro PEGN.Tec, do programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo.

A plataforma oferece serviço de assistente virtual para pessoas e empresas e o serviço deixa toda a estrutura de um escritório a disposição do cliente

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A grande confusão entre pauta e sugestão de pauta

Eu atuo com jornalismo e comunicação há 18 anos. Lá em 2001, quando entrei na faculdade de jornalismo, algo que aprendi de imediato foi sobre o significado de pauta, em tese, um roteiro de como o repórter vai conduzir a construção da matéria. Na verdade, ela funciona como uma bússola, para direcionar o caminho a ser seguido.

O que me espanta no dias de hoje é que profissionais de comunicação que atuam com assessoria de imprensa confundam pauta com sugestão de pauta. Generalizo porque assessores de imprensa, atualmente, são jornalistas, relações públicas e publicitários, apesar de eu não concordar e acreditar que assessores de imprensa têm que ser jornalistas. E explico o porquê! Alguns pequenos detalhes do cotidiano profissional apenas os jornalistas podem saber, afinal, apenas nós jornalistas estamos dentro das redações vivenciando o dia a dia, que também é fator importante para a sugestão de uma pauta. Em suma, ser jornalista não é fácil e por isso você precisa estudar e conhecer a área.

Mas, enfim, o que venho aqui dizer é a prova disso. Como mencionei a pauta é uma direção para o jornalista da redação ter como guia na produção de sua matéria. E qual o papel do assessor de imprensa nisso tudo? Sugerir pautas. Isso mesmo! Assessores sugerem o que pode ser interessante para a imprensa. No entanto, isso se perde porque esta mistura descabida de profissionais cumprindo a função de assessor faz com que os “profissionais” sugiram suas pautas, seja ela qual for, para qualquer veículo. Mas não é assim que funciona.

Assessoria de imprensa é estratégica: eu tenho uma informação interessante do meu cliente e vou traçar a abordagem ideal para cada veículo que a sugestão for enviada. Os veículos têm linhas editoriais distintas e, mesmo que um tema interesse aos dois, vai ser de forma distinta.

E, ao meu ver, tudo começa nos pequenos detalhes. Bons profissionais se fazem sabendo, minimamente, o básico da profissão e, para nós jornalistas, saber a diferença entre pauta e sugestão de pauta é indispensável. Quem faz a pauta é ao jornalista de redação e quem sugere uma pauta é o jornalista da assessoria de imprensa.

Comentei isso por que recentemente publiquei em um grupo de troca de informações entre assessores de imprensa e redação, onde postei que buscava colegas com pautas sobre um tema determinado. É bem claro para mim, ainda mais levando em conta tudo mencionado acima, que pelo simples fato de procurar “colegas com pautas”, logo procuro jornalistas de redação que irão fazer matéria sobre o tema solicitado. Mas, mesmo assim, diversos assessores vieram fazer contato comigo achando que eu estava produzindo uma matéria.

Conversei com outros colegas de profissão para entender se eu não estava sendo muito crítico, mas entendi que não. Temos urgência e esta urgência nos conduz, de forma mais rápida, aos erros e equívocos, com isso, qualquer pequeno detalhe que passe despercebido poder ser crucial entre o certo e o errado, entre uma notícia verdadeira e a tal da “fakenews”. E se isso for ser muito crítico, que eu continue assim e que todos colegas de profissão o sejam também, desta forma seremos cada vez mais profissionais e cada vez mais assertivos.

Por Rafael Gmeiner