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porAgência VitalCom

KUKA Roboter é destaque nos principais veículos

Com o lançamento do novo robô KR IONTEC, a Agência VitalCom conquistou para a multinacional 14 aparições no último mês, nos principais veículos especializados

Mais uma vez confiando à Agência VitalCom sua divulgação para imprensa nacional, a KUKA Roboter, especialista em robótica e automação, lançou a nova família de robôs industriais de médio payload, KR IONTEC.

O trabalho foi norteado na divulgação para os veículos de imprensa do trade de Indústria e Automação Industrial e o resultado foi excelente. Foram 14 notícias sobre a marca e sobre o produto em sites como Usinagem Brasil, Ipesi Digital, revista Máquinas e Metais, revista Máquinas Equipamentos, revista Ferramental, entre outros, além de aparições em edições impressas, como a revista Metal Mecânica.

porAgência VitalCom

A grande confusão entre pauta e sugestão de pauta

Eu atuo com jornalismo e comunicação há 18 anos. Lá em 2001, quando entrei na faculdade de jornalismo, algo que aprendi de imediato foi sobre o significado de pauta, em tese, um roteiro de como o repórter vai conduzir a construção da matéria. Na verdade, ela funciona como uma bússola, para direcionar o caminho a ser seguido.

O que me espanta no dias de hoje é que profissionais de comunicação que atuam com assessoria de imprensa confundam pauta com sugestão de pauta. Generalizo porque assessores de imprensa, atualmente, são jornalistas, relações públicas e publicitários, apesar de eu não concordar e acreditar que assessores de imprensa têm que ser jornalistas. E explico o porquê! Alguns pequenos detalhes do cotidiano profissional apenas os jornalistas podem saber, afinal, apenas nós jornalistas estamos dentro das redações vivenciando o dia a dia, que também é fator importante para a sugestão de uma pauta. Em suma, ser jornalista não é fácil e por isso você precisa estudar e conhecer a área.

Mas, enfim, o que venho aqui dizer é a prova disso. Como mencionei a pauta é uma direção para o jornalista da redação ter como guia na produção de sua matéria. E qual o papel do assessor de imprensa nisso tudo? Sugerir pautas. Isso mesmo! Assessores sugerem o que pode ser interessante para a imprensa. No entanto, isso se perde porque esta mistura descabida de profissionais cumprindo a função de assessor faz com que os “profissionais” sugiram suas pautas, seja ela qual for, para qualquer veículo. Mas não é assim que funciona.

Assessoria de imprensa é estratégica: eu tenho uma informação interessante do meu cliente e vou traçar a abordagem ideal para cada veículo que a sugestão for enviada. Os veículos têm linhas editoriais distintas e, mesmo que um tema interesse aos dois, vai ser de forma distinta.

E, ao meu ver, tudo começa nos pequenos detalhes. Bons profissionais se fazem sabendo, minimamente, o básico da profissão e, para nós jornalistas, saber a diferença entre pauta e sugestão de pauta é indispensável. Quem faz a pauta é ao jornalista de redação e quem sugere uma pauta é o jornalista da assessoria de imprensa.

Comentei isso por que recentemente publiquei em um grupo de troca de informações entre assessores de imprensa e redação, onde postei que buscava colegas com pautas sobre um tema determinado. É bem claro para mim, ainda mais levando em conta tudo mencionado acima, que pelo simples fato de procurar “colegas com pautas”, logo procuro jornalistas de redação que irão fazer matéria sobre o tema solicitado. Mas, mesmo assim, diversos assessores vieram fazer contato comigo achando que eu estava produzindo uma matéria.

Conversei com outros colegas de profissão para entender se eu não estava sendo muito crítico, mas entendi que não. Temos urgência e esta urgência nos conduz, de forma mais rápida, aos erros e equívocos, com isso, qualquer pequeno detalhe que passe despercebido poder ser crucial entre o certo e o errado, entre uma notícia verdadeira e a tal da “fakenews”. E se isso for ser muito crítico, que eu continue assim e que todos colegas de profissão o sejam também, desta forma seremos cada vez mais profissionais e cada vez mais assertivos.

Por Rafael Gmeiner


porAgência VitalCom

O papel fundamental do Assessor de Imprensa

Eu, enquanto jornalista, que atua dos dois lados do balcão (redação e assessoria de imprensa), passo constantemente por crises existênciais profissionais. E este é o maior preço que se paga quando se é correto e trabalha de forma séria.

Quando atuando na redação e precisando do auxílio dos meus colegas assessores de imprensa, vejo coisas que eu digo: “isso eu não faria”, ou “poxa, cade o trabalho do assessor de imprensa de verdade”.

Quando falamos em assessor de imprensa, falamos de um especialista que vai achar e indicar os melhores espaços e locais onde nossos clientes têsm espaço de mídia. Parte de nós mostrar para o cliente o lado positivo de adr entrevista em uma matéria que, às vezes, pode parecer (vejam bem, apenas parecer) ser negativa. Isso é comum! Nestes casos, o assessor de imprensa atual já responde pelo seu cliente que não vai participar de uma pauta, sem nem sequer passar a demanda para ele, mostrando pontos positivos, nos quais ele pode ser beneficiado.

Falta proatividade!

Meu papel enquanto assessor de imprensa é pegar uma demanada e, ainda mais, se perceber que o caminho que o jornalista da redação segue é errado, orienta-lo sobre o caminho correto do assunto. Somos jornalista, ams não conecemos sobre tudo. E muitas coisas das quais achamos que connhecemos, pode não ser a forma correta de abordar.

Somos especialistas em saber como e com quem falar para que nossos clientes estejam na imprensa. Somos nós os especialistas por mostrar aos nossos clientes o valor que tem cada aparição, nos veículos que elas estiverem.

Mas, a realidade é outra. O assessor não busca a inserção de seu cliente de forma positiva nas matérias. Ele recusa-se a entrar em uma pauta, para falar sobre um tema no qual o seu cliente é especialista e que pode dar mais visibilidade para ele.

A assessoria de imprensa mudou muito e para pior por qualidade profissional. Infelizmente! Quando iniciei há 19 anos no segmento, a atuação era bem diferente. Buscavamos alternativas viáveis (e não imbutir qualquer coisa na mão da redação), pensavamos estrategicamente em sugestões de pautas e como inserir nosso cliente em uma pauta em andamento (o que é a base da Assessoria de Imprensa). Hoje isso não é assim.

Por Rafael Gmeiner